Histórias de Um Juba Cinzenta: A Jornada que mostra um Grito de Socorro.
Enquanto estava planando com a Capa do Corvo, olhei para baixo e vi uma espécie de ruina em forma de quadrado. Mas o que veio primeiro na minha mente foi: " Um cômodo de uma casa sem teto?". Também fiquei apreensivo, pois estava esperando encontrar algum Chefe ou Comandante nesse cômodo.
Quando estava mais próximo de aterrissar ao solo, adquiri um conhecimento que aquele lugar é na verdade as Ruinas da Prefeitura de Solon. E estava ocupada por uma facção chamada de H.A.L.L. Nunca tinha ouvido falar sobre. Quando der um tempo de toda essa loucura procurarei saber mais, infelizmente por agora não consigo.
Ainda durante o ar, fiquei receoso quando avistei um enxame de vespas mecânicas douradas. Já estava me preparando caso elas tenham me avistado.
Decido não pousar nas Ruinas da Prefeitura de Solon. Mas descer na colina que fica enfrente. Queria sondar o terreno antes de qualquer investida. Olho para as Ruinas e vejo dois guardas dentro dela e junto deles incontáveis vasos de barro e saco de feno. Contrabando? Talvez suprimentos para um pequeno contingente? Não sei ao certo o que esperar e nem o que imaginar. Com a chuva ainda caindo de maneira agressiva me parece que só tem eles dois.
Saco o meu arco e flecha e miro no enxame de vespas mecânicas, talvez consiga eliminar algumas para aliviar a contra investida. Pois não faz sentido ter arqueiros posicionados se eles têm vespas fazendo ronda aérea. Mas desisto porque são muito rápidas e desviariam de forma fácil. Com as minhas flechas que apenas vão em uma direção não surtiriam efeito contra vespas que tem liberdade de movimentação.
Olho outras alternativas e vejo que em outra rota há mais vespas mecânicas fazendo ronda. Penso em seguir meu caminho e voltar outro dia. Mas como poderia deixar um lugar ainda em ocupação? Sendo que a presença dos Jubas Cinzentas em Hernand trouce bastante benefícios para a região. Não que nós nos gabemos disso, mas é inegável os efeitos de nossa presença. E mesmo que a minha jornada nesse momento é encontrar o Terceiro Shai, não posso sair de mãos cruzadas e apenas seguir as minhas veredas.
Inclino o meu corpo para a beirada da colina e plano em direção a Ruina da Prefeitura de Solon. Pousando de forma célere para infringir uma emboscada rápida, desço nas costas de um do membros da H.A.L.L, então começo a golpeá-lo de forma lesta com Ventos Cortantes saindo da minha Espada do Lorde. Mas percebo que não é um humano comum, mas sim um mecanoide. Com sua armadura na coloração preta e dourada. Quando derrubei o primeiro, de dentro dele saiu um tipo de energia na coloração azul, mas um azul que lembra os raios que caiam no Vale do Ventosseco.
Após derrubar o primeiro dentro da Ruina, outro Cavaleiro Mecânico veio com uma velocidade espantosa, não esperava por aquilo. Se aproximou de mim em questão de segundos. Manuseando uma espada longa com tanta velocidade que mal pude acreditar no que os meus olhos estavam vendo. Por sorte minha armadura conseguiu assimilar a lamina de sua espada. Desferindo ágeis ataques sobre ele, percebi que em sua armadura ficavam marcas vermelhas por onde minhas lâminas passavam. Conseguia ver de forma nítida o caminho que minhas Espadas faziam. Como se fosse a escrita de um hábil escritor em uma folha de papiro. Assim eram as marcas que minhas espadas causavam nele. E por fim o segundo tombava no chão e dele se esvaia fluidos azuis como o azul do relâmpago.
Quando o segundo Cavaleiro Mecânico caiu ao chão, as vespas mecânicas que estavam fazendo a segurança do local, se aproximaram do chão para iniciar um ataque em conjunto. Deram um rasante tão próximo de mim que acabei me assustando. Eram tão inteligentes que cada uma delas me cercaram em uma posição diferente. E emitiam uma luz vermelha. Por sorte consegui me esquivar de feixes de energia que saiam de seus olhos ou de suas caudas. Seus movimentos eram tão rápidos que não conseguia acompanhar de onde saiam esses feixes de energia. Alguns deles atingiram minha armadura. Até que ela se comportou bem mostrando resistência e uma boa absorção. Mas mesmo assim minha armadura trepidava com os ataques.
Consegui tirar meu arco das costas e fui eliminando uma por uma. Não imaginava que eles seriam tão frágeis aponto de não resistirem as minhas flechas. E quanto elas ruíam ao solo pedregoso e arenoso das Ruinas da Prefeitura de Solon, os vasos de barro que tinham aos montes caiam com o tremular da queda das Vespas Mecânicas. E com o vento forte que minhas flechas causavam ao passar paralelo aos vasos.
Percebo que a melhor estratégia para lidar com elas é atirar uma flecha e rolar. Atirar uma flecha e rolar. Pois cada segundo parado no mesmo lugar seria uma sentença de morte. Sei que é ima estratégia perigosa pois consome alto valor de vigor que é essencial para uma batalha.
Começo a notar um padrão que chamou minha atenção. A cada tiro que elas dão elas fazem uma rotação. Como se uma assumisse o lugar da outra. Bem inteligentes por sinal. Aproveitei e me posicionei mais próximo a parede, onde a rotação recorrente delas fossem quebrada. As encurralando no canto da Ruina que mais me lembrava uma grande casa de apenas um cômodo mas sem o teto.
Pensei que tinha acabado, mas a segunda ronda que detectei quando estava em cima da colina de frente para a Ruína, apareceu na nossa festa. Algumas desciam quase a minha altura, outras ficavam a cima dos muros da Ruina e começaram a dar voltas ao meu redor dificultando o acerto efetivo. A chance que eu tinha era quando elas abaixavam de altitude ou ficavam estáticas. O momento que elas paravam, era o momento ao qual se preparavam para disparar seus feixes de energia, aí que abria a brecha para o meu ataque, mas também me tornava vulnerável, porque me forçava a parar de me esquivar para concentrar uma flechada certeira. Em meio a essa tática que encontrei, fui acertado algumas vezes, não foi nada legal, mas me mostrou em que nível de refinamento se encontram meus equipamentos de guerra. Me dando uma dimensão real dos meus aprestos.
Quando me dei conta que elas haviam sucumbido, reparei que no chão tinha muitas peças de engrenagem. Peguei apenas as que conseguia carregar, eram incontáveis engrenagens, isso será muito útil no acampamento dos Jubas. Olhando com mais calma, eu vejo muitos barris e mesmo assim me pergunto, porque tais recursos se são humanoides que não precisam se alimentar?
E Mesmo com o calor do conflito e tamanha carga de contra-ataque inimigo, ainda não estava nem na metade de libertar aquele pedaço de terra.
Ser um guerreiro escolhido pelos guardiões do Abismo tem suas recompensas. Depois desse primeiro momento de embate, ganhei um artefato com o qual posso crescer e ficar mais forte.
A chuva começa a dar sinais de sua trégua e o sol começa a surgir. Caminho para fora da ruina. Vejo mais soldados com seus olhos vermelhos e vejo pessoas sendo feitas prisioneiras. Sem perceber um Cavaleiro Mecânico estava ao lado da porta do lado de fora. Não o vi, mas escutei sua espada saindo da bainha, um som caraterístico. Inconfundível.
Se juntam seis deles e me rodeiam, girando violentamente suas espadas longas em minha direção. Me encurralando na parede. Recebo um golpe quase fatal. Consigo evadir do ataque seguinte. E escapo entrando novamente para a grande Ruina. Pelo menos aqui dentro eu consigo ter espaço suficiente para desferir golpes e efetuar rolagens. O meu plano funciona e eles entram.
Com a entrada deles eu consigo ter uma visualiazação melhor e lutar com eles de frente, evitando que me encurralem e me rodeiem. Um se aproxima dando dois golpes leves e um golpe forte com um pequeno salto, fazendo sua espada descer em diagonal. Posiciono minha espada para que a luz do sol bata nela e cause uma cegueira temporária para iniciar o Ataque em Zigue e Zague. Mas nesse interim surgem mais Vespas Mecânicas atirando sobre mim e atrapalhando o inicio do ataque, me deixando exposto as Espadas Longas dos Cavaleiros Mecânicos. Acabo caindo.
Retorno a batalha depois de tomar uma Pílula de Palma. Reflito a luz do sol novamente, mas parece que eles não ficam cegos, parece só funcionar com homens ou orcs. Dessa vez consigo ataca-los. Me movendo como um relâmpago, três deles entram em curto e começam a emitir luzes azuis. O único que ficou de pé começa a rolar e ficar em posição de combate em minha direção. Então nós dois vamos em direção um do outro. Quando entro no raio de ação dele começo a desferir golpes leves, por mais que sejam mais fracos eu consigo dar mais sequencia de ataques que me permitem não dar chances de reação a ele. E durante minha adaptação, noto que golpes leves mas com bastante sequencia são mais eficazes que cega-los com o reflexo de minha espada e também são mais eficazes do que golpes pesados, que exigem maior tempo de concentração e uma postura mais cautelosa. Parece que o ponto fraco deles é exatamente sua força, atacar em velocidade.
Ele explode. Mas ainda não acabou. Temos Vespas Mecânicas no recinto. Agora não é mais um problema depois de ter entendido o seu padrão de ataque.
Braços. Pedaços de metais. Espadas. Fluidos de maquinas. Tudo isso espalhado em toda parte onde houve o combate. Num solo barroso após uma chuva torrencial. Me distraindo com o cenário pós conflito, mais enxames de Vespas Mecânicas surgem. Malditas maquinas. Parece que não cansam. Justo elas que fazem a ocupação das Ruinas da Prefeitura de Solon ser concretizada. Ufa. Agora já se foram todas.
Ainda não acabou. Mais maquinas me esperam do lado de fora. Agora eu sei como elas se movem e lutam. Ataco de forma Veloz duas vezes. Porque ao final do golpe, sai de minhas espadas um raio de vento que fazem os inimigos e estruturas caírem ao chão. E efetuo duas vezes justamente para me dar vantagem de desferir ataques leves que são mais ágeis e mais fáceis de administrar vigor.
Ao perceberem que os prisioneiros começaram a fugir, mais Cavaleiros surgem para me neutralizar. Em um ato ter vantagem na batalha, começo iniciar golpes velozes sem parar. Pegando um por um. Enquanto cercas, vasos, sacos de fenos e o barro do chão não escapam de tamanha fúria.
Depois de muito esforço e suor, a área se encontra livre dos H.A.L.L.
Respiro fundo. Procurando assimilar e digerir tudo que está ocorrendo. Meus batimentos ainda estão em ritmos bem acelerados. Partes de maquinas se afundando no barro. Cercas quebradas. Choros dos recém libertos no ar como o som da liberdade. O céus repletos de dirigíveis. E a noite começando a dar o ar da graça. Prossigo com o meu caminho adentrando mais fundo no Território de Gorthark. Mal sabia que estaria entrando no olho do furacão.
Me aproximo das Ruinas da Aldeia de Solon. Poucas barracas, cercas defeituosas alterando de tamanho no decorrer de seu comprimento, arvores sem vida e galhos grossos caídos na beira de trilhas feitas com pedaços de madeira. Será que esses locais se tornaram ruínas por conta da ocupação dos H.A.L.L?
Meu caminho é subindo um morro, mas algo me chama atenção. Parece ser um grande casco de tartaruga, ao me aproximar, vejo que é um domo de madeira com placas de ferro e canhões saindo de janelas quadradas e escudos pendurados nela. Ao lado uma bancada com uma Pílula Palma brilhante.
Pronto para subir o morro e ir em direção ao Terceiro Shai. Faltava poucos quilômetros na verdade. Vejo em meu lado esquerdo os mesmos Cavaleiros Mecânicos que estavam oprimindo a localidade de Solon, tanto sua Aldeia como sua Prefeitura.
Vou caminhando sem pressa. Estou no Entreposto de Marni. Será que aquela maquina que estava dominando a Pedreira de Hernand é originaria daqui dessa região?
Eles percebem minha aprómixação. Sacam suas espadas. Se colocam em posição de batalha. E avançam e minha direção. Os dois primeiros efetuam golpes, faço um xis com minhas espadas para bloquear suas ofensivas. E ataco de volta com rapidez. Os outros que estavam guardando pelo que parece ser um gerador, se movimentam e nossa direção. Muitos deles surgem. Poucos caiem. E começo a rolar na pouca vegetação alta que se encontram no lugar. Tentando de alguma maneira separa-los para conseguir lutar com um por vez. Como são muitos, lanço uma de minhas espadas na tentativa de feri-los de longe e o plano começa a se mostrar efetivo.
Quanto mais entro no território, mais percebo a carência e a necessidade de liberta-lo.
A pugna começa a se intensificar e as poças d'água que estão embaixo de nossos pés acompanha os nosso jogo de perna. Gotículas de água começam a subir, e as espadas as cortam enquanto cada uma delas procuram atingir o seu adversário.
Peças robóticas mostrava o rastro da batalha. Braços, cabeças e pernas. Tudo que você possa imaginar. Quem passasse depois de tudo que acontecera, conseguiria facilmente entender o que ocorrera na trilha barrenta com suas poças de água e no pouco de vegetação alta, por conta das partes mecânicas dos Cavaleiros.
Caminhando em direção ao que parecia ser um forte ou até um local de operações. Tive essa impressão justamente por ter um fluxo muito grande de Cavaleiros Mecânicos e também por ter barricadas com espinhos virado para a estrada. Como se quisessem expelir convidados indesejados. Uma estrada com pedaços de troncos menores e canteiros com troncos maiores formavam o que podemos chamar de estrada. E fora dela havia pequeno grupo de flores amarelas, que por um momento olhando para elas, me esquecia que estava num território dominado pelo H.A.L.L
Eles não percebem a minha chegada. E eu também não percebo a chegada de mais Vespas Mecânicas se aproximando pelas minhas costas. Saco meu Arco do Lobo e solto uma flecha em direção a eles para que eles venham até mim. Pois não tenho a menor chance de enfrenta-los em espaços reduzidos, onde me impossibilita de efetuar rolamentos. Quando eles começam a se aproximar, começam a ocorrer explosões no chão. Eu não consigo entender o que está ocorrendo. Talvez eles tivessem uma maquina com canhões. Durante a minha rolagem para trás para ganhar terreno, tentei fazer uma rápida varredura em meu redor e nada pude encontrar, o que ou quem estava desferindo possíveis balas de canhão. Na verdade não eram balas de canhão e sim vespas suicidas que estavam se projetando ao chão e minha direção. Um comportamento anormal. Sendo que momentos antes elas estavam me rodeando e se preparando para atacarem em grupo.
Quatro Cavaleiros ficam em fila indiana em minha frente. É a brecha que eu queria. Efetuo um ataque veloz que mais lembra as curva acentuadas de um relâmpago. Dois deles explodem com chamas azuis saindo deles. Com o clarão que saiam deles iluminando o local em que estávamos, atraiu mais cinco Cavaleiros. Como estavam longe eu tinha a oportunidade de recarregar meu espirito. Que é importante para meus ataques que unem força e velocidade. Enquanto canalizava o meu espirito, tudo ao meu redor ficou em câmera lenta e via eles se direcionando a mim com movimentos paulatinos. Quando um deles pensou em encostar em mim, dei golpes em diagonal que partiu-o em dois. Os demais que estavam se preparando para também iniciarem sua investida, nem se quer conseguiram acompanhar meus movimentos e três deles caíram desmontados no chão como sucatas velhas.
Muitos ainda estavam em frente ao recinto que me chamara atenção por causa de grande aglomeração de soldados. Fui obrigado a ir até eles e provoca-los a lutarem comigo. Realizei uma sequencia avassaladores de golpes para não deixa-los se quer ter uma contrarreação. Durante o que estava acontecendo, senti em minha armadura um feixe de energia vindo do alto. Pensei que seria uma Vespa, mas na verdade era um sistema de segurança em forma de um pequeno canhão de energia que funcionava de forma automatizada.
No desespero de não sucumbir diante deles, comecei a rolar para trás, mas quanto mais eu me distanciava deles, mais Cavaleiros surgiam. Cheguei a me enroscar em um dos bloqueios de espinho que estavam na beirada da estrada improvisada. Um momento angustiante. Só consegui retomar o equilíbrio de combate, quando os forcei a fazerem uma fileira em minha frente, onde poderia ter uma chance de atacar de forma leve mas sequenciada um por um, na chance de imobilizar aqueles que encontravam o caminho das minhas Espadas.
Após derrotar a todos os Cavaleiros que guardavam com suas vidas o Entreposto de Marni. Parecia que o local estava libertado. Mas ainda faltava algo que eu só descobriria quando entrasse no Entreposto de Marni. E assim faço
Me deparo com o chefe deles. O Cavaleiro Mecânico com a Espada Longa de Marni. Sem nenhuma palavra, apenas se tele portou em minha frente me atingindo com tanta violência que mal pude reagir. Quando ele se tele portou para me atacar, surgiam relâmpagos na coloração amarela. Consegui rolar para o lado. Ao final de minha rolagem, ele dispara um golpe tão forte, que quando a espada tocou no chão se elevaram rachaduras de um metro de altura. Pensei que tinha uma brecha quando ele baixou a guarda, então ataco como um relâmpago azul e nem se quer faz cócegas em sua armadura.
Ele parecia como os demais em sua roupa, mas era maior , mais rápido e mais forte que seus lacaios comum. Havia um lacaio no mesmo ambiente que nós, mas nada ele fazia. Apenas observava.
Com um golpe que ele me deu foi o suficiente para me prostrar ao chão.
Levanto novamente. E o encaro outra vez. Mas é insuficiente meus esforços e sucumbo de novo.
Mais uma vez me levanto e começo a soltar Flechas Evasivas. E mesmo assim nada acontece com sua armadura. Consigo me desviar de seus golpes e quando fico ao lado dele para atacar de forma lateral, ele move seu braço direito em cima de mim com tanta velocidade que eu não esperava por aquela ação e da palma de sua mão ele solta uma bola de energia, que faz com que eu caia no chão sem forças, sem vigor e sem espirito para continuar tentando.
Tenho que reconhecer que ainda não sou pareô para ele. Que ainda não estou a altura do seu poder e de seus movimentos. Sinto com muito pesar, que tenho que me preparar melhor para voltar mais forte e devolver a pouca liberdade que ainda resta ao povo daquela região.
Desperto em uma colina de frente para um grande rio e a ponte do trem que interliga as duas pontas do Vale do Ventosseco.
Ainda não é o fim. Preciso continuar em busca do terceiro Shai. Mas eu vou voltar. Não vou deixar o povo de Pailune desamparado. Não no meu turno.
Continuo para o sul.

Comentários
Postar um comentário